Aniversário da morte de Michael Jackson terá evento com ingressos a R$ 1.000

sexta-feira, 18 de junho de 2010 às 12:35
A família de Michael Jackson vai promover um evento no aniversário de sua morte, dia vinte e cinco de junho.

Os ingressos irão custar de cento e cinqüenta a quinhentos dólares, mas algumas fontes dizem que o preço mínimo dos ingressos será de duzentos e cinqüenta dólares.

Os Jacksons afirmam que farão um grande espetáculo em homenagem a Michael e prometem a apresentação de nomes famosos no tributo.

O problema será enfrentar os administradores do patrimônio de Michael que não aprovaram a festa.

O advogado do patrimônio Howard Weitzman disse ao site TMZ que não foi contatado para falar se aprovava ou não, ou se permitiria o uso do nome de Jackson.

O site responsável pela venda dos ingressos, VoicePlate, disse que parte dos lucros arrecadados com o tributo, serão revertidos para a caridade.

Mas também não esclareceu o que será feito com o resto do dinheiro.

Foto: Divulgação

Exclusivo: Stefhany Absoluta conta como começou a fazer sucesso

às 12:32
Com o crescimento das redes de relacionamento, está cada vez mais fácil garantir quinze minutos de fama.

Agora, a internet é a oportunidade mais acessível para conseguir destaque na mídia.

Confira a entrevista com a cantora Stefhany Absoluta.

Stefhany Absoluta by user7129978

Sorria, você está sendo filmado!

às 12:27
Em busca de criminosos e infratores, Governos e Agentes de Segurança tentam registar todas as atividades da população. O preço a pagar por esses benefícios é ser observado o tempo todo.

Câmeras de vigilância: Invasão de Privacidade x Segurança

às 12:24
Por Vinicius Aziago

A população passou a viver dentro de um grande reallity Show


Nos últimos anos, a criminalidade em São Paulo atingiu altos níveis, e através do avanço da tecnologia, empresas privadas e públicas investiram pesado na segurança eletrônica.

Segundo dados da Associação da Empresas de Segurança Eletrônica, Abese, a cidade de São Paulo possui uma câmera para cada 16 mil habitantes. São 600 mil câmeras espalhadas pela cidade, índice que há 10 anos era de 50 mil. E não para por aí, o Governo do Estado de São Paulo informou que a vigilância está sendo aplicada no transporte ferroviário. Serão 4 câmeras para cada vagão. O intuito é garantir a segurança dos usuários e coibir atos de vandalismo.

São milhares de câmeras de vigilância registrando, com exaustão, o comportamento da população das grandes metrópoles do mundo diariamente. Esse sistema vem trazendo muitas discussões e questionando a falta de privacidade da população.
O presidente da Guarda Patrimonial de São Paulo, José Jacobson Neto explica que o sistema de vigilância é extremamente importante para combater a violência. “Instalações de câmeras em ruas, é muito importante para a qualidade da segurança pública. Ela tira a privacidade das pessoas, mas é um mal necessário. As quadrilhas estão fortemente armadas, e realmente as câmeras ajudam no registro de imagens desses atos inflacionários”, diz.

As câmeras de monitoramento já existiam em várias cidades, mas foi após os atentados de 11 de setembro que a vigilância tornou-se algo tão comum no mundo. Segundo a Casa Branca, nos primeiros meses após os ataques, mais de 400 câmeras foram instaladas nas ruas de Washington.

A Inglaterra é considerada o país mais vigiado do mundo. São cerca de 4 milhões de câmeras espalhadas pelas ruas vigiando 24 horas o comportamento dos britânicos. Segundo pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Sociais da Inglaterra, cada britânico é vigiado diariamente por 300 câmeras em áreas públicas e privadas. Não é apenas o governo que tira a privacidade da população. Os pais preocupados com a segurança de seus filhos estão instalando câmeras dentro de casa. Um modo de retrair as atitudes das crianças.

Para a psicóloga Alyne Alvarez, esse processo de privação, pode trazer problemas psicológicos na infância dos filhos. “As crianças que tiverem uma infância controlada pelo medo de fazer algo errado. Poderão se tornar adultos isolados quando tiverem mais velhos”, explica.

Segundo José Jacobson, isso irá tirar a liberdade das crianças. Porém os ingleses são muito dirigentes e vanguardistas, e tudo que fizerem, acabará influenciando outros países.

Christina Aguilera adia turnê de Bionic

às 12:23
A cantora Christina Aguilera que voltaria aos palcos em julho deste ano adiou seu retorno. Aguilera pretende sair em turnê apenas em 2011 para divulgar seu novo álbum, Bionic.

A empresa Live Nation, responsável pela turnê, disse à impressa que devido a outras prioridades da cantora seria melhor cancelar as apresentações já marcadas.

A Live Nation também disse que Christina sentiu a necessidade de ensaiar mais para os shows.

Os fãs que já compraram os ingressos vão receber o dinheiro de volta.

Foto: Divulgação

Os genéricos da fama

às 12:16
Por Rafael Carvalho

Eles lotam casas de show, são aclamados pelo público e ainda recebem o carinho dos fãs


Lotar uma casa de shows não é mais tarefa de uma banda famosa, hoje os artistas covers conseguem o feito e ainda arrancam gritos do público. Foi assim no dia 27 de abril, na casa noturna Kazebre, localizada na Zona Leste de São Paulo, onde a banda Sete Cidades, cover da extinta banda Legião Urbana, tocou os sucessos do grupo brasiliense.

Durante o show era fácil ouvir os gritos da platéia chamando pelo nome de Renato Russo, ex-vocalista do grupo Legião Urbana, falecido em 1996. As músicas tocadas de maneira fiel faziam com que o público presente pudesse ter a sensação de que realmente estavam assistindo ao show da banda verdadeira.

O cover é o artista que apenas imita o original, sem necessariamente ser parecido com ele. Esses artistas tentam reproduzir o trabalho do profissional original da forma mais fiel possível. É uma fama diferente, já que sempre será ligada à outra personalidade.

A banda Sete Cidades é cover do Grupo Legião Urbana há 5 anos. O vocalista do grupo, Dimas Borba, 33, possui um timbre de voz muito parecido com o de Renato Russo. Borba explica que em nenhum momento quer ser confundido com o vocalista original e nem enganar os fãs. “Seria muita prepotência querer ser os verdadeiros. O que talvez agente sinta, seja um pouco da energia do público que a Legião Urbana devia sentir”, diz.

Porém, nem sempre os covers têm a intenção de apenas homenagear os artistas originais. Thiago Rodrigues, 22 anos, foi integrante de um grupo cover da banda Mexicana RBD por 4 anos. Rodrigues conta que passou a se vestir como os ídolos durante todo o tempo, além de falar em espanhol e manter os mesmos hábitos dos integrantes da banda original. Chegou a tentar o suicídio. O ex-cover diz que ser famoso usando a imagem de outra pessoa fez com que ele perdesse sua personalidade, além de seu convívio social e profissional.

Segundo o Psicoterapeuta, Fabiano Bonalumi imitar constantemente outra pessoa não afeta a personalidade, já que ela já está formada, porém o que pode haver é uma mistura de papéis. “O artista cover pode incorporar novos gostos aos seus gostos pré-existentes. Cabe ao artista saber lidar com a profissão, sabendo separar da melhor forma possível a vida pessoal da vida profissional” diz.

Com 7 anos de existência, a banda Eletrix Oasis Cover, cover do grupo Inglês Oasis, corre o Brasil com shows sempre lotados. Nas apresentações, o vocalista da banda Álvaro Rodrigo Benega, 33, se veste como o vocalista da banda original, além das roupas, os gestos e a maneira de cantar também são copiados. Para Benega é tudo profissionalismo e é esse conjunto que faz o show. “Nunca achamos que somos o original, temos consciência de que fazemos um trabalho que envolve, música e teatro”, explica.

Existem alguns fãs que não sabem fazer a distinção entre a Existem alguns fãs que não sabem fazer a distinção entre a banda cover e a original. Carolinie Alemoine, 19 anos, é fã do grupo Legião Urbana, , porém era criança quando a banda ainda existia. Carolinie diz que o grupo cover, Sete Cidades, é como o verdadeiro, já que ela não teve a chance de conhecer a banda original. “Quando vou ao show da banda cover, sinto como se eu estivesse em um show da Legião Urbana, para mim são eles no palco. É tudo igual”, diz.

Para o psicoterapeuta, Fabiano Bonalumi, fãs que não conseguem diferenciar uma banda de outra, sofrem de alguma patologia psíquica e precisam de tratamento apropriado. “Não estamos falando, aqui, de um comportamento normal de um ser humano psicologicamente saudável. Estas pessoas necessitam de tratamento psicológico ou, até mesmo, psiquiátrico”, explica. Bonalumi, diz ainda que a impossibilidade de possuir uma relação mais próxima com a banda original, faz com que os fãs busquem nas bandas covers satisfazer seus anseios.

O vocalista da banda Sete Cidades, Dimas Borba, explica que os fãs sabem exatamente o que esperar da banda Sete Cidades quando vão as apresentações.

Álvaro Benega, vocalista da banda cover do Oasis, diz que muitas pessoas acham que sua personalidade é a mesma do vocalista original e que os problemas que a banda verdadeira tem com a mídia são os mesmo da banda cover. “É freqüente ouvir de outros músicos que tocam com a gente de que achavam que nós éramos arrogantes e brigões, mas quando nos conhecem, percebem que é o contrario”, fala.

Os ingressos para o show de uma banda cover custam em média 10 vezes menos do que para a banda original. Para Juliano Medeiros, 23, fã do grupo Oasis, o preço também é umas das razões que levam os fãs aos shows das bandas covers, já que nem sempre é viável ir ao show original. “Vou ao show de várias bandas covers, na maioria de grupos internacionais. Quando as originais vêem ao Brasil é muito caro, já a cover está sempre aqui e pago pouco, mas sei diferenciá-las”, diz.


Banda Sete Cidades reunida antes do Show


Fotos: Divulgação

Falta de Privacidade

às 12:10
Para aumentar a segurança, os governos instalam câmeras em todos os locais públicos e acabam invadindo a privacidade das pessoas. Ouça mais informações com Edson Santos.

CamerasVigilancia by user7129978

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